Wednesday, 30 July 2008
Peter Eisenman

Peter Eisenman, arquitecto da maior relevância dos sécs XX e XXI, é um dos principais representantes do desconstrutivismo.
Conhecido mundialmente por utilizar tecnologias de última geração, segundo Castelnou o arquitecto norte-americano criou o chamado “objeto axonométrico” que representa a obra arquitectónica com um nó sintactico que deslumbra as formas, mas confunde a mente devido à distorção do ponto de fuga.
A sua arquitetura caracteriza-se pelo uso de formas geométricas e orgânicas que se cruzam entre planos e estruturas, onde vigas, perfis e superfícies são rebatidos e cortados.
A partir de 1967, começa a fazer diversas pesquisas nos projectos das casas I a XI, experimentando assim diferentes metodologias compositivas, e a principal que até hoje utiliza é a trama ou espécie de gralha cartesiana para compor volumetria e dividir seus espaços.
Para Eisenman, o espaço, função e mobiliário devem ser estruturados a partir de um sistema mental coordenado, dessa forma, tornou-se um dos precursores da arquitectura deconstrutivista na década de 80.
Mark Rothko

O silêncio é o mais acertado. Era desta forma que Mark Rothko, um dos artistas mais importantes do século XX, respondia quando lhe pediam para falar das suas pinturas. Temia que as suas palavras paralisassem a mente e a imaginação do espectador. Acreditava que uma imagem abstracta representa directamente a natureza fundamental do drama humano. Daí que seja de uma inequívoca importância histórica, além de teórica, a publicação de A realidade do artista de Mark Rothko.
Nascido Marcus Rothkowitz na Rússia, em 25 de Setembro de 1903, emigra com a família para os Estados Unidos da América dez anos depois. Cedo convive e estuda com artistas; cedo percebe que a arte, enquanto expressão da tragédia da condição humana, terá que encontrar uma linguagem nova. Aos poucos, Rothko vai experimentando, utiliza novas linguagens, de que depois se liberta, até, por fim, abandonar os elementos figurativos, concentrando-se nos elementos pictóricos puros, convicto de que, só por si, revelariam uma elevada verdade filosófica.
Quando se suicidou, já doente, em 25 de Fevereiro de 1970, Rothko era reconhecido nos EUA e na Europa pelo seu papel crucial no desenvolvimento da arte não-representativa. Empenhado na sua visão artística ímpar, Rothko celebrou o poder quase mítico da arte junto da imaginação criativa e nunca abandonou a crença na capacidade que a arte abstracta tem para ser fruída em termos puramente emocionais. O pensamento anima a sua pintura. Pintura que, como afirma Christopher Rothko, seu filho, “foi sempre, e continuaria sempre a ser, acerca de ideias.
Tuesday, 29 July 2008
Saturday, 26 July 2008
Thursday, 24 July 2008
Saturday, 19 July 2008
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